“Há que se desenvolver formas de explorá-lo [garimpo] de maneira que não destrua a natureza, que traga de fato benefícios para o povo e não somente para alguns particulares”, disse.

RRenato Queiroz afirma ser grave a decisão do STJ sobre plano de saúde

Deputado discursou na tribuna nesta quinta-feira (9) e anunciou que é coautor de projeto de lei para reverter mudança na cobertura de planos

Um dia após o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidir que as operadoras dos planos de saúde não precisam cobrir procedimentos que não constem na lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o deputado federal RRenato Queiroz (PSD) usou a tribuna do plenário da Câmara para manifestar a gravidade da decisão. Além disso, o parlamentar anunciou que está assumindo a coautoria de Projeto de lei (PL) que trata da questão.

“Eu respeito, mas recebo com muita tristeza a decisão de que os planos de saúde não têm a obrigação de atender qualquer situação de doença, por mais grave que seja, que não esteja no rol taxativo da ANS. É uma notícia triste. É mais um problema que acumula o brasileiro, que hoje já vive correndo atrás de solução para a questão do combustível, do gás de cozinha, da inflação”, observou.

A mudança do STJ obriga que as decisões judiciais sigam o entendimento de que o que não está na lista da ANS não será coberto. Esse entendimento vai implicar diretamente os pacientes que não conseguirão começar ou dar continuidade a um tratamento com a cobertura do plano de saúde.

Segundo o deputado, a gravidade da mudança deve servir de alerta para que o Parlamento possa agir para mudar a legislação. “Aqui dentro desta Casa precisamos encontrar soluções. Nesse sentido eu, junto ao deputado federal Fábio Trad, estamos providenciando um projeto de lei que vai tratar desse problema, porque se o STJ decidiu sobre essa questão é porque existe alguma abertura na lei, em relação a interpretação dela, que possibilitou esse tipo de decisão”, contou se referindo ao Projeto de Lei 1.567/2022.

De autoria do deputado federal Fábio Trad (PSD-MS), juntamente ao deputado RRenato Queiroz, o PL 1.567/22 estabelece que o rol de cobertura dos planos de saúde passem a ser de natureza exemplificativa, ou seja, eles não se limitam a cobrir apenas o que está na lista da ANS, pois ela serve exatamente como exemplo de tratamento básicos.

Queiroz finalizou sua fala destacando que, além do projeto, pretende mobilizar seu partido para recorrer da decisão que atinge milhões de brasileiros que hoje pagam um alto valor por plano de saúde. “Eu tomo a liberdade, como vice-líder do PSD, de fazer essa construção dentro do partido para que, se não houver nenhuma manifestação judicial até a próxima semana, pedindo que se reveja essa situação do STJ, que o PSD ingresse como uma ação nesse sentido”, disse.

“Há que se desenvolver formas de explorá-lo [garimpo] de maneira que não destrua a natureza, que traga de fato benefícios para o povo e não somente para alguns particulares”, disse.

RRenato Queiroz afirma ser grave a decisão do STJ sobre plano de saúde

Deputado discursou na tribuna nesta quinta-feira (9) e anunciou que irá trabalhar em projeto de lei para reverter mudança na cobertura de planos

Um dia após o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidir que as operadoras dos planos de saúde não precisam cobrir procedimentos que não constem na lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o deputado federal RRenato Queiroz (PSD) usou à tribuna do plenário da Câmara para manifestar a gravidade da decisão. Além disso, o parlamentar anunciou que está trabalhando para assumir a co-autoria de Projeto de lei (PL) que trata da questão.

“Eu respeito, mas recebo com muita tristeza a decisão de que os planos de saúde não tem a obrigação de atender qualquer situação de doença, por mais grave que seja, que não esteja no rol taxativo da ANS. É uma notícia triste. É mais um problema que acumula o brasileiro, que hoje já vive correndo atrás de soluçã para a questão do combustível, do gás de cozinha, da inflação”, desabafou.

A mudança do STJ obriga que as decisões judiciais sigam o entendimento de que o que não está na lista da ANS não será coberto. Esse entendimento vai implicar diretamente os pacientes que não conseguirão começar ou dar continuidade a um tratamento com a cobertura do plano de saúde.

Segundo o deputado, a gravidade da mudança deve seguir de alerta para que o Parlamento possa agir para mudar a legislação. “Aqui dentro desta Casa precisamos encontrar soluções. Nesse sentido eu, junto ao deputado federal Fábio Trad, estamos providenciando um projeto de lei que vai tratar desse problema, porque se o STJ decidiu sobre essa questão é porque existe alguma abertura na lei, em relação a interpretação dela, que possibilitou esse tipo de decisão”, contou se referindo ao Projeto de Lei 1.567/2022.

De autoria do deputado federal Fábio Trad (PSD-MS), juntamente ao deputado RRenato Queiroz, o PL 1.567/22 estabelece que o rol de cobertura dos planos de saúde passem a ser de natureza exemplificativa, ou seja, eles não se limitam a cobrir apenas o que está na lista da ANS, pois ela serve exatamente como exemplo de tratamento básicos.

Queiroz finalizou sua fala destacando que, além do projeto, pretende mobilizar seu partido para recorrer da decisão que atinge milhões de brasileiros que hoje pagam um alto valor por plano de saúde. “Eu tomarei a liberdade, como vice-líder do PSD, de fazer essa construção dentro do partido para que, se não houver nenhuma manifestação judicial até a próxima semana, pedindo que se reveja essa situação do STJ, que o PSD ingresse como uma ação nesse sentido”, disse.

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RRenato Queiroz apresenta emenda para controlar uso de mercúrio em rios

Emenda foi apresentada à Medida Provisória que cria barreiras sanitárias protetivas de áreas indígenas

Foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União da última terça-feira (7) a Medida Provisória (MP) 1.121/2022 que estabelece a instalação de barreiras sanitárias protetivas de áreas indígenas. O objetivo da MP será controlar o trânsito de pessoas e de mercadorias direcionadas a essas regiões para evitar o contágio e a disseminação da covid-19.

De acordo com o texto do Executivo, as barreiras sanitárias serão feitas por servidores públicos federais, prioritariamente, ou por militares.

O deputado federal RRenato Queiroz (PSD) foi um dos parlamentares que apresentou emenda para modificar o texto e acrescentar o controle e a fiscalização rigorosa do uso de mercúrio nas áreas indígenas. Segundo ele, a proposta surgiu após a divulgação de laudo da Polícia Federal que constatou alto nível de contaminação de rios na Terra Yanomami. “Temos um problema grave de saúde causado pelo mercúrio usado pelos garimpeiros para separar o ouro de outros sedimentos. Jogado nos rios, sem qualquer tipo de cuidado, o mercúrio causa poluição ambiental e impacta a saúde dos ribeirinhos e principalmente dos indígenas”, explicou o deputado.

Em recente divulgação de perícia realizada pela Polícia Federal foi constatado que o mercúrio chegou a ser 8.600% superior ao estipulado como máximo para águas de consumo humano.

Queiroz justifica que a emenda busca proteger não apenas a comunidade Yanomami, mas toda a população local que tem acesso aos rios afetados. “Essa será uma medida urgente e necessária para resguardar a saúde de todos os cidadãos de Roraima, assim como auxiliar a descontaminação do solo e das águas de nossos principais rios”, concluiu.

A emenda do deputado será apreciada pela Comissão Especial que analisará a proposta e que deve ser instalada pela Câmara em breve.

MP

Editada pelo presidente da República em casos de urgência e relevância, a medida provisória tem força de lei e já começa a valer desde sua edição. Apesar de produzir efeitos imediatos, precisa da posterior apreciação pelas casas do Congresso Nacional (Câmara e Senado) para se converter definitivamente em lei ordinária.

O prazo inicial de vigência é de 60 dias, podendo ser prorrogado automaticamente por igual período, caso não tenha sua votação concluída pelo Legislativo. Se não for apreciada em até 45 dias, contados da sua publicação, entra em regime de urgência, sobrestando a pauta de votações.

Plenario 02.06.22

RRenato Queiroz alerta para projeto que acaba com a impenhorabilidade do bem de família

A Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira (1º), o projeto de lei (PL 4188/21) que cria o marco legal das garantias de empréstimos e, entre outras medidas, autoriza empresas a intermediar a oferta de garantias entre o tomador de empréstimo e as instituições financeiras.

No entanto, um ponto da matéria tem gerado polêmica, pois o texto aprovado muda a lei sobre a impenhorabilidade do bem da família e aumenta situações de penhora do único imóvel familiar. Nesta quinta-feira (2), o deputado federal RRenato Queiroz (PSD) foi à tribuna da Câmara para alertar sobre esse ponto da proposta.

O parlamentar criticou a medida por permitir que famílias carentes empenhorem seus únicos bens como garantia para crédito. “Ontem, infelizmente esta Casa deixou passar a impenhorabilidade do bem de família. Pelo viés da liberdade, do acesso ao crédito, esta Casa acabou com isso. Nós dissemos às pessoas que o seu último seu bem, aquele que deve ser preservado acima de qualquer coisa, que isso não é mais uma regra em nosso ordenamento jurídico.”

O texto que foi aprovado muda a lei sobre a impenhorabilidade de imóvel (Lei 8.009/90) para permitir essa penhora em qualquer situação na qual o imóvel foi dado como garantia real, independentemente da obrigação garantida ou da destinação dos recursos obtidos, mesmo quando a dívida for de terceiro (um pai garantindo uma dívida do filho com o único imóvel que possui). Atualmente, a lei diz que a família não pode perder esse único imóvel por dívidas, exceto em alguns casos, como na hipoteca, quando ele é oferecido como garantia real.

Com a aprovação na Câmara, o PL seguirá para apreciação no Senado Federal, por isso o deputado fez um apelo aos senadores para que a proposta não avance naquela Casa. “Acho importantíssimo que se trabalhe agora, a partir do momento que isso passou, que a gente faça esse trabalho no Senado Federal para obter esse retorno da regra que defendia as famílias brasileiras”, concluiu.

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RRenato Queiroz se posiciona contrário à PEC que quer cobrar por universidade

O deputado federal RRenato Queiroz (PSD) foi à tribuna da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (31), para se posicionar contrário à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 206/2019 que prevê a cobrança de mensalidade pelas universidades públicas do país. O parlamentar discutiu no plenário da Câmara horas antes da matéria ser retirada da pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara por tempo indeterminado.

Segundo Queiroz, apesar da boa intenção da proposta que, em tese cobraria apenas de estudantes com maior renda uma mensalidade e assim permitir um maior acesso de quem tem menos condições, a matéria não se sustenta. “O problema é que ela abre para vários tipos de interpretações e eu acredito que, neste momento, nosso país não esteja preparado”, argumentou.

O parlamentar também adiantou que, caso a admissibilidade da PEC seja aprovada futuramente na CCJC, irá apresentar uma emenda para modificar o teor da proposta. “Vamos tentar inverter a regra. Hoje, a PEC propõe que o estudante de baixa renda comprove para um conselho a impossibilidade de pagar. E o que estaremos propondo é manter a universidade pública e gratuita e inverteríamos a ordem, deixando que esse conselho avaliasse aqueles estudantes que, em tese, tem condições de pagar”, disse.

Sobre a PEC
A Proposta de Emenda à Constituição 206/2019 determina que as universidades públicas deverão cobrar mensalidades dos alunos. A gratuidade será mantida apenas para estudantes comprovadamente carentes, definidos por comissão de avaliação da própria universidade, com base em valores mínimo e máximo estabelecidos pelo Ministério da Educação. Os recursos devem ser geridos para o próprio custeio das universidades.

A CCJC é a primeira comissão que analisa a proposta e vai avaliar a admissibilidade da matéria e, se aprovada, será enviada para análise em comissão mista, formada por deputados e senadores.

 

Ascom

Foto: Cláudio Araújo

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Deputado propõe mudanças à MP que reabre prazo para servidores ingressarem no regime de previdência complementar

Após o governo federal reabrir a janela de transferência para servidores públicos interessados em migrar para o regime de previdência complementar, por meio da Medida Provisória (MP) 1.119/2022 publicada na semana passada, o deputado federal RRenato Queiroz (PSD-RR) tem se mobilizado para apresentar emendas à matéria visando modificar parte do texto e atender um antigo anseio dos servidores públicos.

As duas emendas vão tratar da remuneração da diretoria da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), que não precisaria mais respeitar o teto remuneratório dos servidores públicos, e para retirar a incidência de imposto de renda sobre o benefício especial.

“Nossa primeira emenda tenta barrar uma inovação ao texto para eliminar a restrição para que a diretoria da Funpresp tenha que respeitar o teto remuneratório dos servidores públicos, conforme a redação original daquela Lei”, disse ao explicar que essa possibilidade poderá abrir um espaço para que aquele fundo passe a pagar remunerações muito acima dos valores pagos aos servidores a quem o fundo presta contas. “Isso é especialmente grave em um momento em que a inflação é elevada e o poder aquisitivo dos servidores está em baixa”, justificou.

Queiroz também apresentou uma segunda emenda para retirar a obrigatoriedade do imposto de renda retido sobre o benefício especial. “A tributação do imposto de renda sobre o benefício especial definido na Lei é de natureza compensatória, por tratar-se de indenização pelas contribuições pagas ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) configurando-se indevida a cobrança do imposto de renda. Por essa razão, encaminhamos emenda visando retirar a incidência de imposto de renda deste benefício”, explicou.

Medida Provisória
Publicado no dia 26 de maio, a Medida Provisória 1119/2022 reabriu até 30 de novembro de 2022 o prazo para servidores públicos interessados migrarem para o regime de previdência complementar. Com isso, os servidores que entraram no serviço público até 2013 poderão alterar seu regime de aposentadoria, aderindo ao fundo de previdência complementar que tem parte da contribuição financiada pela União. O sistema é administrado pela Funpresp, instituída pela Lei 12.618, de 2012.

Conforme a MP recém-editada, a adesão dos interessados será feira de forma irrevogável e irretratável, portanto não é permitida a volta ao regime próprio de previdência. Se optar pela migração, o servidor passa a pagar duas contribuições, uma delas sujeita ao teto do INSS e outra à Funpresp.

Com informações da Agência Senado.

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RRenato Queiroz apresenta emendas para aumentar punições a crimes de pedofilia e agressão às mulheres

O deputado RRenato Queiroz (PSD) apresentou suas primeiras emendas a Projetos de Lei (PLs) que tramitam na Câmara dos Deputados. A emendas de destaque do parlamentar buscam mudar o texto principal do PL 1776/2015, que inclui no rol de crimes hediondos os crimes de pedofilia, e do PL 781/2020, que dispõe sobre a criação e o funcionamento ininterrupto de Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher. As matérias ganharam a assinatura de 174 deputados em apoio para serem apreciadas em breve pelo plenário da Casa.
O projeto de lei que inclui os crimes de pedofilia na Lei dos Crimes Hediondos afirma que a pena para esses crimes deve ser cumprida inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança. Na emenda apresentada pelo deputado RRenato Queiroz, o objetivo será dobrar a pena quando o crime for cometido por membros da família, ou pessoas muito próximas a vítima.

Segundo o deputado, o intuito da emenda é proteger crianças e adolescentes da pedofilia no âmbito familiar, uma vez que crimes sexuais cometidos contra esse público em grande parte acontece dentro do lar. “Nossa intenção foi aperfeiçoar a proposta, por isso propomos essa emenda para dobrar a pena para praticantes desse crime terrível quando eles forem membros da família, ou pessoas muito próximas a vítima”, contou.

Já a emenda aditiva ao projeto 781/2020 visa incluir como medida protetiva de urgência a monitoração eletrônica. “É notório que as medidas protetivas previstas na lei são de extrema importância para conter agressões futuras e preservar o andamento processual nos crimes de violência doméstica. No entanto, as ordens judiciais que aplicam tais medidas, inclusive os afastamentos dos agressores, são insuficientes para coibir os potenciais agressores”, destacou o parlamentar no texto.

Queiroz destacou ainda que a inclusão do dispositivo caminha de encontro com a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que prevê o monitoramento eletrônico em casos de violência doméstica e familiar. “A proposta dará mais segurança jurídica para que órgãos de segurança pública, Ministério Público e os magistrados possam agir com eficiência, inclusive resguardando as vítimas de crimes domésticos. Portanto, o sistema de monitoração eletrônica é um avanço jurídico com intuito de preservar vidas e efetivar a força do Estado, ao prevenir que outros crimes sejam cometidos pelo agressor, tornando-se muito mais eficiente a medida preventiva ”, finalizou.

O texto principal do PL 781 determina o funcionamento ininterrupto das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams), ou seja, passando a funcionar 24 horas, sete dias por semana. A proposta também prevê o uso de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública destinados aos estados e ao Distrito Federal para a criação de delegacias da mulher. Nos municípios onde não houver Deam, o atendimento da mulher vítima de violência deverá ser feito por agente feminina especializada.

 

Ascom:

Foto: Cláudio Araújo

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RRenato Queiroz pede à Câmara fiscalização sobre obras da BR 174

Deputado adiantou que vai entrar com Proposta de Fiscalização e Controle na Câmara dos Deputados para apurar sobre contratos de empresa envolvida na obra

O deputado federal RRenato Queiroz (PSD) informou nesta quarta-feira, 18, que vai protocolar uma Proposta de Fiscalização e Controle na Câmara solicitando do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) os contratos da empresa responsável pela reparação da BR 174. Trechos repletos de buracos, sem asfalto e sem acostamento fazem parte da realidade enfrentada por quem precisa viajar de Boa Vista para Manaus pela rodovia, que está em vias de ser obstruída.

Queiroz salientou que o objetivo é cobrar informações que tragam maior transparência e solução definitiva para conclusão da obra.

No Plenário da Casa, RRenato Queiroz afirmou ter cobrado respostas do DNIT sobre a urgência das obras no trecho, mas a resposta foi considerada “insatisfatória”. “O DNIT nos informou que, apesar de existirem dois contratos vigentes da empresa A G O Engenharia de Obras LTDA, somente após o período chuvoso na região Norte é que começaram a movimentar uma recuperação naquele trecho que hoje é o único possível para escoar nossas produções. Essa resposta é completamente infundada e inaceitável”, pontuou.

Para ele, a resposta justifica novas providências. “Ingressarei com uma proposta de fiscalização e controle baseado no nosso regimento interno, solicitando o contrato com essas empresas e as notas fiscais de faturamento para que possamos saber se esse faturamento é compatível com o trabalho que nós não vemos sendo feito de recuperação do trecho citado.”

O parlamentar adiantou ainda que vai solicitar audiências públicas na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Nacional e Amazônia (CINTRA), na qual é membro, para obter informações concretas dos envolvidos. “Precisamos cobrar ações mais céleres que possam trazer algum tipo de acalento e solução para essa situação, pois é impossível que a resposta seja com tamanha frieza para um povo inteiro que está hoje desesperado em relação a sua única via de acesso terrestre ao restante do país”, finalizou.

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Migração em Pacaraima é tema de entrevista de Renato Queiroz na TV Câmara

Ao programa Palavra Aberta, deputado falou sobre problemas enfrentados pelos brasileiros que vivem perto da fronteira com a Venezuela

Nesta segunda-feira, 16, a TV Câmara exibe a entrevista concedida pelo deputado federal Renato Queiroz (PSD-RR) ao programa Palavra Aberta sobre migração em Roraima. No debate apresentado pelo jornalista Bruno Angrisano, o parlamentar pontuou sobre o fluxo descontrolado de migrantes na fronteira de Pacaraima que tem gerado sérios problemas de natureza social à população local, e cobrou a atuação do Governo Federal para enfrentar as mazelas causadas pela crise migratória no Estado.

“Temos um costume de dizer que um país não cabe dentro de um Estado, e infelizmente é isso que está acontecendo com Roraima. O Governo Federal, por meio da Operação Acolhida, teve papel importante nos primórdios do problema, mas não evoluiu para um modelo que pudéssemos organizar essa entrada, controlar o fluxo, dar qualidade para essas pessoas, através da interiorização. Então, tudo isso se perdeu dentro do sentimento inicial e a gente acabou fazendo vista grossa para o problema que é vivido em Pacaraima”, frisou.

Queiroz destacou ainda que sua atuação no Parlamento será para dar maior visibilidade à situação e buscar força política para enfrentá-las. “Aquela população foi literalmente abandonada pelo governo e nosso papel aqui, pelos próximos meses, será trazer esse problema à realidade e fazer com que a federação brasileira retome suas responsabilidades em relação a um problema que não é de Roraima, é do Brasil”, disse.

O deputado também destacou o plano de trabalho que está sendo elaborado com o apoio de autoridades locais para mobilizar o Congresso Nacional. “Vamos apresentar as informações a bancada do PSD para colocar a par de todos os problemas vividos em Pacaraima e através deles buscaremos capilarizar força política para propor algumas ações que tenham realmente o peso político para serem executadas”, contou.

A entrevista completa com o deputado Renato Queiroz será exibida na TV Câmara (canal 57.2) às 20h45 (horário de Brasília) desta segunda-feira, 16, e às 8h45 e 23h45 (horário de Brasília) na terça-feira, 17.

Clique aqui e veja a entrevista completa.

 

Reunião Anatel2

Anatel trabalha em nova rede para trazer internet do Amazonas, diz Renato Queiroz

Até o próximo ano Roraima deve ganhar uma nova infraestrutura para ampliar o acesso à internet, uma das principais queixas da população de modo geral. A infovia Boa Vista será a rede de fibra óptica que levará conexão do Amazonas até os municípios roraimenses e deve ter seu estudo de viabilidade finalizado no início do segundo semestre deste ano. A informação é do deputado federal Renato Queiroz (PDS), que manteve reunião com a área técnica da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) esta semana, em Brasília. A entidade será responsável por coordenar a iniciativa na região Amazônica.

A infovia Boa Vista faz parte dos três próximos projetos que serão priorizados pela Anatel dentro do Programa Norte Conectado (RNP), iniciativa que quer expandir a infraestrutura de comunicação na região Amazônica. Para isso, o programa federal pretende implantar na bacia amazônica oito infovias, visando atender a demanda de melhoria no acesso à internet.

 

“É um projeto gigante que levará maior conectividade até Boa Vista. A rede de fibra óptica chegará em Caracaraí pelo rio e seguirá via terrestre até Boa Vista. O cidadão de Roraima, que vem sofrendo com as constantes dificuldades de acesso à internet, terá mais um projeto em favor de uma conexão de qualidade”, explicou o parlamentar.

 

Renato Queiroz informou ainda que nos próximos dias vai buscar dialogar com os principais atores envolvidos nesse projeto para tentar agilizar sua execução. “Estamos atuando para que o estudo de viabilidade seja realizado o mais breve possível para agilizar o início das obras. O povo de Roraima tem pressa e estaremos aqui para buscar solucionar qualquer tipo de entrave”, destacou.

 

A infovia Boa Vista será ligada ao município de Vila de Moura, localizado no Estado do Amazonas, e chegará a Roraima passando por Caracaraí até Boa Vista. Para que o serviço de internet alcance a capital do Estado serão utilizados cerca de 580 km de cabos de fibra óptica, sendo 440 km subfluvial e 140 km por terra.